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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Há novas sondas da NASA na Lua para explicar a geografia do terreno


Há duas novas sondas da NASA em órbitra lunar, desde ontem. As GRAIL - Gravity Recovery And Interior Laboratory visam ajudar os cientistas a perceber a que se deve a irregularidade no relevo da superfície da Lua. Este é também o primeiro programa a contar com a participação direta de estudantes.

Segundo relata a Agência Espacial Americana no seu site, a GRAIL A entrou em órbitra no sábado e a B no domingo. O objetivo é produzir um mapa de alta resolução do campo gravitacional da Lua, estando agendado para março o início da recolha de dados com essa finalidade. Nessa altura, já as sondas deverão estar a circular a uma altura de 55 quilómetros da Lua.

As duas naves transmitirão sinais que vão permitir aos cientistas perceber com precisão qual a distância entre elas. "À medida que se deslocarem sobre áreas de maior ou menor gravidade, influenciada por visíveis alterações na superfície, como montanhas ou crateras e pela massa escondida sob a superfície lunar,- a distância entre elas deverá sofrer ligeiras alterações", explicam os responsáveis.

Veja a reportagem completa aqui:
http://tek.sapo.pt/multimedia/ha_novas_sondas_da_nasa_na_lua_para_explicar_1211283.html

Assistam ao vídeo:

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Lado Oculto da Lua

A Lua - Terreno fértil para criação de conjuturas.

Mais uma vez falarei um pouco do nosso satélite natural. Responsável por diversos fenômenos no mar e lagos, a Lua é possuidora de diversas curiosidades que poderiam, e pode, se tornar filmes de Ficção científica. Como é caso do lado escuro da Lua, muita gente desconhece, mas existe uma face lunar que não é vista na terra. Isto ocorre porque a movimento de rotação em seu eixo e de translação acontece ao mesmo tempo.

O tempo que a Lua leva para dar uma volta ao redor de seu eixo é o mesmo que demora a dar uma volta completa em torno da Terra. Com isso, a parte da superfície da Lua voltada para a Terra é sempre a mesma. É a chamada órbita síncrona. Contudo, sabe-se que toda a superfície da Lua recebe iluminação do Sol, em períodos distintos, sendo que seu chamado lado escuro recebe luz durante a fase da lua nova.

Astronomia lunar: o lado oculto da Lua. A grande bacia mostrada é a Cratera Daedalus. Ela cobre cerca de 93 quilômetros e foi fotografada pela tripulação da Apollo 11 enquanto circundavam a Lua em 1969.

A Lua fica totalmente escura apenas em períodos de eclipse total lunar, quando a sombra da Terra impede que os raios solares iluminem o satélite. Coloca-se, desta maneira, que a Lua na verdade é toda escura, uma vez que não tem luz própria. Toda face iluminada se deve à luz solar. O lado escuro é, na verdade, um lado não visível da Lua, observando da superfície terrestre.

Fontes:

MONROE, Camila. Os Movimentos da Lua. Revista Nova Escola. Nº 246, Out. 2011.

Internet:

Wikipedia

Física e Cia


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Eclipse total da Lua nesta Quarta-feira, 15 de Junho de 2011


Hoje, 15 de Junho, todos poderão ver o eclipse total da Lua. Para aqueles que moram na região Recife, a Torre Malakoff disponibilizará de equipamento para os curiosos que quiserem ver o fenômeno lunar. O espaço estava desativado havia quatro anos; lunetas e telescópios estarão à disposição do público no momento do eclipse. Quem queiser saber mais sobre o espaço da Torre Malakoff vejam a matéria no lado esquerdo do blog, nos Marcadores.

Vejam a matéria:

O eclipse total da lua ocorre quando Lua, Terra e Sol estão alinhados de forma que a Lua total ou parcialmente a sombra que a Terra projeta no espaço. Essa sombra possui duas partes: umbra e penumbra. A umbra é a parte da sombra em que não há iluminação direta do Sol e a penumbra é a parte da sombra em que há alguma iluminação do Sol.

Como observar o eclipse total da Lua hoje, 15 de junho de 2011?

Ao contrário dos eclipses do Sol, os eclipses da Lua podem ser observados a olho nu. No Brasil não veremos o eclipse desde o início:

No Amazonas e no Acre quando a Lua nascer já está saindo da penumbra, ou seja não será visível o eclipse total.

A parte mais central do Brasil verá a Lua nascendo mergulhada na penumbra, mas já após o eclipse total.

Quase todo o nordeste, sudeste e região sul, verão a Lua nascer já totalmente mergulhada na umbra (eclipse total). A chance de visualização será a leste, bem próximo do horizonte. Já com a Lua mais alta, em torno das 19h00 já se verá somente o eclipse parcial.

A duração do eclipse completo será de 5h09, sendo 3h29 de eclipse parcial e 1h40 de eclipse total.

Saibam mais sobre as Fases da Lua

Para aqueles que têm a curiosidade de conhecer as fases da Lua, de maneira bem didática, leiam a matéria sobre esta temática, aqui mesmo no Blog: http://hugoleonardohistoriador.blogspot.com/2011/02/as-fases-da-lua.html

Vejam imagens do Eclipse Lunar:


Fontes:

http://www.sitepopular.com.br/noticias/noticias2006/eclipse_lunar150611.html

http://pe360graus.globo.com/diversao/diversao/exposicao/2011/06/14/NWS,534707,2,1,DIVERSAO,884-OBSERVATORIO-TORRE-MALAKOFF-REABRE-APRECIACAO-ECLIPSE-LUA.aspx

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

As Fases da Lua


As fases da lua como são denominados os quatro aspectos básicos que o satélite natural da Terra, a Lua, apresenta conforme o ângulo pelo qual é vista a face iluminada pelo Sol. Diferentemente de outros idiomas, na língua portuguesa, as fases intermediárias, como a lua gibosa (Diz-se dum astro sem luz própria no qual a parte iluminada ocupa quase todo o disco aparente) e a lua balsâmica não possuem a nomenclatura amplamente difundida.

A Lunação

Quando a Lua encontra-se em conjunção com o Sol, a face visível está totalmente às escuras e a face oculta está iluminada. É a Lua nova (Lua nº 1). Uma vez que nesta fase a Lua nasce e se põe com o Sol, ela só é visível quando ocorre um eclipse solar.

Aproximadamente 7,5 dias depois a Lua encontra-se num ângulo de 90º em relação ao Sol. Nesta fase a porção iluminada equivale à metade da face visível, portanto um quarto da superfície lunar (Lua nº3). Vem daí o nome Quarto crescente. Nesta fase a Lua nasce aproximadamente ao meio-dia e se põe à meia-noite.

Quando a Lua se encontra em oposição ao Sol, em torno de 15 dias após a Lua nova, sua face visível fica totalmente iluminada, é a Lua cheia (Lua nº 5). Nesta fase a Lua nasce quando o Sol se põe e seu ocaso ocorre ao nascer do Sol. É nessa fase também que acontecem os eclipses lunares.

Mais uma semana até que se forme um ângulo de 270º e a Lua estará em Quarto minguante (Lua nº 7). Nesta fase a Lua nasce à meia-noite e se põe ao meio-dia.

O ciclo de lunação se completa em pouco mais de 29,5 dias e é, portanto, quase dois dias mais longo que a translação. Isto ocorre em função do movimento de translação da Terra.

A figura acima mostra o sistema Sol-Terra-Lua como seria visto por um observador externo olhando diretamente para o pólo sul da Terra. O círculo externo mostra a Lua em diferentes posições relativas em relação à linha Sol-Terra, assumidas à medida que ela orbita a Terra de oeste para leste. O círculo interno mostra as formas aparentes da Lua, em cada situação.

Assistam a vídeo aula da Professora da Escola Online:

Referências:

Internet: http://astro.if.ufrgs.br/lua/lua.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fases_da_Lua

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Luas Misteriosas - Parte 02




Fobos é uma das duas luas de Marte. Fobos é a maior e a mais próxima lua de Marte. Fobos foi descoberto por Asaph Hall em 18 de Agosto de 1877, justamente 6 dias após a descoberta de seu parceiro Deimos.

Fobos é, em todo o Sistema Solar, o satélite que orbita mais próximo do planeta-mãe: menos de seis mil quilômetros acima da superfície marciana. Encontra-se, por isso, abaixo da órbita síncrona para Marte. Por esse motivo, a sua órbita vai descendo a um ritmo de 1,8 m por século. Assim, dentro de 50 milhões de anos pode ocorrer uma de duas coisas: ou Fobos se despenha sobre Marte ou, o que é mais provável; antes que isso aconteça, as forças gravitacionais destruirão o satélite criando um anel à volta de Marte.

Os astrônomos supõem que o satélite era provavelmente um asteróide que foi capturado pela força de gravidade do planeta. A outra lua Deimos e também algumas luas de Netuno, acreditam-se também que eram asteróides que foram capturados.



LUAS DE JUPITER

Júpiter é o quinto planeta a partir do Sol, e é o maior no sistema solar. Se Júpiter fosse oco, poderia caber mais de mil Terras dentro. Ele também contém mais matéria que todos os outros planetas combinados. Ele tem uma massa de 1,9 x 1027 kg e tem 142.800 quilômetros (88.736 milhas) de diâmetro no equador. Júpiter possui 16 satélites, quatro dos quais - Calisto, Europa, Ganimede e Io - foram observados por Galileo em 1610. Existe um sistema de anéis, mas que é muito tênue, sendo totalmente invisível da Terra. (Os anéis foram descobertos em 1979 pela Voyager 1.) A atmosfera é muito profunda, talvez compreendendo todo o planeta, sendo em termos, parecido como o Sol. Ela é composta principalmente de hidrogênio e hélio, com pequenas quantidades de metano, amônia, vapor d'água e outros componentes. As grandes profundidades dentro de Júpiter, a pressão é tão grande que os átomos de hidrogênio são quebrados e seus elétrons são liberados de forma que os átomos resultantes consistem-se de simples prótons. Isto produz um estado no qual o hidrogênio torna-se metálico.

Maiores detalhes no site: http://astro.if.ufrgs.br/solar/jupiter.htm

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Luas Misteriosas - Parte 01

Segundo a última contagem, mais de 150 luas povoam o sistema solar: Netuno é cercado por 13 delas; Saturno tem 48; Júpiter possui 62.
A Lua terráquea não é a maior de todo o sistema Solar - Titan, uma das luas de Saturno, tem o dobro de seu tamanho - mas é a maior em relação ao seu planeta. Com 1/4 do tamanho da Terra e 1/6 de sua gravidade, é o único corpo celeste visitado por seres humanos e onde a Nasa (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration) pretende implantar bases permanentes.