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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Pouso marciano do robô Curiosity

É excitante o que a humanidade está evoluindo em questões de tecnologia espacial. Apesar que se nós recebêssemos uma visita de alguém do Futuro ele pensaria: "Ainda não chegaram em Marte?" Por enquanto. (Prof. Hugo Leonardo)

Trinta e seis horas depois do pouso marciano do robô Curiosity, a Nasa divulgou na última terça-feira uma imagem aérea do local onde o veículo não tripulado de exploração planetária tocou o solo, descrevendo-a como "cena do crime". A chegada ao planeta vermelho, em 6 de agosto de 2012, do Laboratório Científico de Marte (MSL, na sigla em inglês), apelidado Curiosity, foi a manobra mais complexa feita até agora para colocar um veículo robótico na superfície do planeta mais próximo da Terra.

A viagem exigiu um escudo protetor de calor, um paraquedas supersônico e uma grua espacial movida por um foguete espacial. O processo, conhecido como EDL (sigla em inglês para entrada na atmosfera, descida e aterrissagem), foi denominado "Sete minutos de terror" pela Nasa, mas transcorreu sem problemas, em uma operação que o presidente americano, Barack Obama, qualificou de "façanha sem precedentes da tecnologia".
Veja algumas imagens:

A imagem em alta resolução, divulgada pela Nasa (agência espacial americana), mostra uma das primeiras imagens obtidas pelo robô Curiosity 

A imagem, capturada da Nasa TV, mostra a roda do robô Curiosity em uma cratera de Marte. A missão não tripulada estudará a possibilidade de ter havido vida no planeta vermelho

Kelley Clarke comemora o pouso do robô Curiosity em uma cratera de Marte. Toda a equipe da Nasa (agência espacial americana) em Pasadena, na Califórnia, celebrou com gritos e abraços o sucesso inicial da missão na qual muitos já trabalham há cerca de 10 anos
A alegria toma conta com o sucesso da chegada do Jipi-robô em Marte

Assistam ao vídeo de animação que retrata os procedimentos do Robô em Marte:


TERRA: 


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Nave da Nasa entra na órbita do asteroide 'Vesta'

Nasa lança a primeira nave a entrar em órbita no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. A nave batizada pelo nome "Dawn", irá estudar o asteroide "Vesta" durante o período de um ano, para depois seguir para seu outro destino, um pequeno planeta chamado "Ceres", em julho de 2012.

Dawn foi lançada ao espeço em setembro de 2007 e deve se tornar a primeira a orbitar em dois destinos do Sistema Solar além da Terra.

Observações irão ajudar os cientistas a entender o mais novo capitulo do Sistema Solar. Os também irão servir para mapear o caminho para futuras missões espaciais.

Não se sabe ao certo quando Dawn entrou na órbita de Vesta. Mas com ela em órbita, cientistas poderão fazer medições precisas sobre a gravidade do Vesta e coletar informações mais exatas a sua linha do tempo.

FONTE:

Acesso em 18/07/11 -
http://www.sidneyrezende.com/noticia/137958+nave+da+nasa+entra+na+orbita+do+asteroide+vesta


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Astronautas concluem última caminhada espacial da última missão do Atlantis

O astronauta Michael Good trabalha do lado de fora da Estação Espacial Internacional. Nasa TV

Astronautas completaram a tarefa de instalar seis novas baterias na Estação Espacial Internacional (ISS). Este era a última grande tarefa da tripulação do ônibus espacial Atlantis, que realiza sua viagem final. A nave deve ser aposentada este ano, e a missão em curso é a última prevista.

A caminhada espacial desta sexta-feira (21/05/2010) foi a terceira e última. Três horas depois de saírem ao espaço, Garrett Reisman e Michael Good já haviam instalado as duas baterias que faltavam. Quatro já haviam sido colocadas na quarta-feira (19/05/2010).

Trocar as baterias originais da ISS, que já duravam dez anos, foi uma tarefa difícil. Havia parafusos a desatarraxar e apertar de novo, e as baterias são volumosas: caixas de 90 centímetros de largura, pesando 170 kg cada.

Com o fim dos voos de ônibus espaciais previsto para novembro e a vida útil da ISS prorrogada até 2020, a Nasa quer garantir que a base orbital tenha o máximo de insumos para o longo prazo, o que inclui baterias novas. As baterias de níquel-hidrogênio são carregadas pela luz do Sol e fornecem energia quando a ISS está no escuro. cada uma custa US$ 3,6 milhões.

Além da troca de baterias, os astronautas conectaram um novo cabo ao sistema de refrigeração da estação e realizaram outras tarefas.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Acelerador de partículas bate recorde

Cientistas conseguem fazer feixes de prótons viajarem a uma velocidade próxima à da
luz

Cientistas do maior colisor de partículas do mundo, o LHC, conseguiram obter choques de prótons geradores de uma energia de 7 TeV (tera ou trilhão de elétron volts), a energia máxima almejada pelo laboratório. A intenção é recriar as condições que teriam gerado o Big Bang, a explosão que deu origem ao universo conhecido, há quase 14 bilhões de anos.

Em novembro, o equipamento já havia atingido a marca de 1,18 TeV – posteriormente, ainda chegando a 2,36 TeV, em 2009 –, e com isso já se tornando o acelerador de partículas de energia mais alta do mundo.

– Isto é física em ação, o início de uma nova era, com colisões de 7 TeV – disse Paola Catapano, cientista e porta-voz do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, em francês), de Genebra, Suíça.

Os aplausos foram intensos nas salas de controle quando os detectores do Grande Colisor de Hadrons (LHC, em inglês), instalado na fronteira entre França e Suíça, marcaram o choque de partículas subatômicas a uma velocidade próxima à da luz (300 mil km/segundo). O colisor possui um túnel oval de 27 quilômetros de comprimento e custou US$ 10 bilhões (R$ 18 bilhões).

– Estamos abrindo as portas à Nova Física, a um novo período de descobertas na história da humanidade – comentou, entusiasmado, Rolf Dieter Heuer, diretor geral do Cern.

Cada colisão entre as partículas cria uma explosão que permite que os cientistas vinculados ao projeto em todo o mundo rastreiem e analisem o que aconteceu num nanossegundo (bilionésima parte do segundo) depois do hipotético Big Bang original, 13,7 bilhões de anos atrás.

O Cern reativou o LHC em novembro, depois de paralisá-lo nove dias depois do lançamento inicial, em setembro de 2008. O motivo da interrupção: superaquecimento em um cabo supercondutor.

Os cientistas esperam que a grande experiência lance luz sobre mistérios importantes do cosmos, como a origem das estrelas e dos planetas e o que exatamente é a matéria escura.
Assistam ao Vídeo da experiência:

quarta-feira, 17 de março de 2010

Astrônomos descobrem exoplaneta semelhante aos do Sistema Solar

O Observatório Europeu do Sul (ESO) divulgou nesta terça-feira a descoberta de um exoplaneta "normal" que pode ser estudado em grandes detalhes. Denominado como Corot-9b, o planeta passa regularmente em frente a uma estrela parecida com o Sol, localizada a 1.500 anos-luz distante da Terra, na constelação Serpente.

"Esse exoplaneta é normal, como dúzias que já conhecemos, mas é o primeiro que as propriedades podem ser estudadas profundamente", explica Claire Moutou, que faz parte do grupo internacional de 60 astrônomos que fizeram a descoberta. "O exoplaneta é o primeiro que se assemelha aos planetas do nosso Sistema Solar. Ele tem o tamanho de Júpiter e uma órbita similar a Mercúrio", afirma Hans Deeg, autor líder da pesquisa.

Corot-9b passa na frente de sua estrela-mãe a cada 95 dias, visto da Terra. Esse "trânsito" dura cerca de 8 horas e oferece aos astrônomos informações adicionais sobre o exoplaneta.
Mais de 400 exoplanetas já foram descobertos até o momento, 70 deles através do método do trânsito. A temperatura de sua superfície gasosa deve estar entre 160ºC e -20ºC, com variações mínimas entre o dia e a noite. O valor exato depende da possibilidade de uma camada de nuvens altamente reflexiva.

A descoberta está publicada na revista Nature.

Veja também:
Imagem divulgada pela ESA mostra poeira cósmica gelada
Leia mais sobre: Exoplaneta

Fonte: www.ultimosegundo.ig.com.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Nasa anuncia descoberta de grande quantidade de água na Lua


LOS ANGELES - Cientistas da Nasa (Agência Espacial dos Estados Unidos) anunciaram nesta sexta-feira a descoberta de grande quantidade de água na Lua। A descoberta faz parte da missão "suicida" da sonda "LCROSS", que colidiu contra a superfície da Lua em outubro deste ano।
Nasa descobre grande quantidade de água na Lua em missão da sonda LCROSS

A sonda LCROSS viajou para a Lua durante três meses, carregada por um estágio do foguete Atlas chamado Centauro. Os dois artefatos foram lançados contra a cratera lunar Cabeus.
Centauro bateu contra Cabeus a uma velocidade de nove mil quilômetros por hora, criando uma cratera de 20 metros de diâmetro por cinco de profundidade.
O impacto lançou cerca 350 toneladas de material lunar a até 10 km de altura. A sonda LCROSS, com 891 quilos, sofreu o mesmo destino do Centauro, quatro minutos depois, o tempo necessário para que seus nove instrumentos, entre eles três espectrômetros, possam captar e determinar a natureza das partículas projetadas pelo primeiro impacto, e transmitir os dados à Terra.
Os cientistas buscavam determinar se há água congelada no fundo da cratera, que jamais recebe a luz solar e tem temperaturas médias de 240 graus negativos.
A sonda, chamada de LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite), partiu da Terra em junho passado, a bordo de um foguete Atlas V, junto à sonda LRO (Lunar Reconaissance Orbiter), encarregada de elaborar uma carta detalhada do único satélite natural do nosso planeta.
Os dois artefatos integram a primeira missão do programa Constellation, que prevê a volta do homem à Lua a partir de 2020.


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Astrônomos descobrem anel gigante ao redor de Saturno

PASADENA, CALIFÓRNIA - O telescópio espacial Spitzer descobriu um anel gigante ao redor do planeja Saturno, anunciou ontem à noite o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial norte-americana). O fino anel de gelo e partículas de poeira está a 27 graus de inclinação do principal anel do planeta, informou o laboratório. Segundo a porta-voz Whitney Clavin, ele é muito difuso e reflete pouco a luz visível, mas foi detectado pelo sistema de infravermelho do Spitzer.

A extensão do anel começa a cerca de 5,95 milhões de quilômetros de Saturno e vai até uma distância de 11,9 milhões de quilômetros do planeta. Ele é tão grande que poderia abrigar 1 bilhão de planetas Terra em seu interior. Antes da descoberta, Saturno era conhecido por seus sete anéis principais e vários anéis mais fracos. Um estudo sobre o novo anel será publicado hoje na edição online da revista Nature.

"Este é um super anel", disse Anne Verbiscer, uma das autoras do estudo e astrônoma da Universidade de Virgínia, em Charlottesville. Os demais autores são Douglas Hamilton, da Universidade de Maryland, College Park, e Michael Skrutskie, também da Universidade de Virgínia. Os astrônomos acreditam que o material do anel seja proveniente de Phoebe, uma lua de Saturno.

A missão Spitzer, lançada em 2003, é gerenciada pelo Laboratório de Propulsão a Jato em Pasadena, na Califórnia. O telescópio está a 106,2 milhões de quilômetros da Terra, numa órbita ao redor do Sol.

Segue um vídeo sobre Saturno Parte 01:


Vídeo Parte 02:


Vídeo Parte 03:


Vídeo Parte 04:


Vídeo Parte 05:

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Após reparos, astronautas do Atlantis se despedem do Hubble


Da EfeEm Washington



Os sete astronautas do ônibus espacial Atlantis se despediram hoje do telescópio orbital Hubble que, uma vez reparado, passará a capturar imagens ainda mais impressionantes das profundezas do Universo.
Após uma série sem precedentes de cinco dias de trabalhos externos a 563 quilômetros da Terra, os astronautas liberaram o Hubble às 9h57 (Brasília), quando a nave cumpria sua órbita 119 sobre o Atlântico, se aproximando do litoral da África.
Cerca de duas horas antes, o comandante do Atlantis, Scott Altman, manobrou a nave para a orientação correta de modo a soltar o observatório, de 13 toneladas.
Depois, foi dada a ordem para a abertura da porta do telescópio, que protege os instrumentos extremamente sensíveis, a fim de permitir que a luz das estrelas apareça nas lentes.
E após essa operação, a especialista de missão Megan McArthur manobrou o braço robótico do Atlantis deixando o telescópio acima da nave antes de soltá-lo.
O telescópio, posto em órbita há 19 anos, ficou erguido no bagageiro do Atlantis, a última nave que o visita para consertos e manutenção, enquanto os astronautas trocavam baterias, limpavam mecanismos e instalavam aparelhos que melhorarão sua capacidade de observação cósmica.
"A missão foi extremamente interessante", disse o comandante do "Atlantis", Scott Altman depois que na segunda-feira se completaram os trabalhos, com um custo de US$ 220 milhões, que incluíram a colocação de novos instrumentos no observatório espacial.
Perto de 45 minutos depois da liberação do Hubble, a nave começou a se afastar do telescópio, caminho de uma órbita a aproximadamente 385 quilômetros da Terra, para onde Altman e seus seis companheiros retornarão.
O Atlantis fez a quinta missão de nave para trabalhos no Hubble, que foi também a última do tipo. A Nasa (agência espacial americana) retirará de serviço no próximo ano sua frota de ônibus espaciais inaugurada em 1981, e cuja história, além de muitos sucessos, inclui também dois acidentes e 14 astronautas mortos.
Para realizar os trabalhos no Hubble, o Atlantis orbitou a 27.000 km/h, muito acima da faixa em que permanece a Estação Espacial Internacional (ISS).

sábado, 25 de abril de 2009

Espetáculo de galáxias marca os 19 anos do Hubble


Para comemorar os 19 anos do Hubble, a Nasa (agência espacial americana) e a Agência Espacial Europeia divulgaram uma série de imagens feitas pelo telescópio espacial que mostram um incomum sistema interligado de galáxias.


O sistema, que recebeu a designação Arp194, engloba várias galáxias e um rastro azul de estrelas, gás e poeira que se estende por mais de 100 mil anos-luz.
Os núcleos de duas galáxias podem ser vistos no topo da imagem durante o processo de fusão. A brilhante causa azulada que surge no meio das duas é composta de várias estrelas recém-nascidas. O fenômeno geralmente ocorre quando duas galáxias se chocam.
A cauda azul parece conectar uma terceira galáxia, na parte de baixo, mas esta se localiza de fato ao fundo e não está relacionada com o sistema.
A ilusão ocorre por causa do alto poder de resolução das imagens do Hubble.
Localizada na constelação de Cepheus, o Arp194 está distante cerca de 600 milhões de anos- luz da Terra e é um dos vários sistemas conhecidos de galáxias que se mesclam e fundem.
As imagens foram feitas em janeiro de 2009 utilizando filtros azuis, verdes e vermelhos simultaneamente.
O Hubble foi lançado no espaço pela Nasa no dia 24 de abril de 1990. Desde então já captou mais de 570 mil imagens de 29 mil corpos celestes.